sábado, 14 de abril de 2012

REFLEXÃO


"Se você não tem alegria na vida cristã, existe vazamento em algum lugar de seu cristianismo."
Billy Sunday

Com tudo o que possuis, adquire a unção - Leonard Ravenhil


TODA FERRAMENTA SEM ORAÇÃO NÃO TEM VALOR ALGUM. 

Pr. Silvio Romero

“Por mais erudito que um homem seja, por mais perfeita que seja sua capacidade de expressão, mais ampla sua visão das coisas, mais grandiosa sua eloqüência, mais simpática sua aparência, nada disso toma o lugar do fervor espiritual. É pelo fogo que a oração sobe aos céus. O fogo empresta asas à oração, dando-lhe acesso a Deus; comunica-lhe energias e torna-a aceitável diante do Senhor. Sem fogo não há incenso; sem fervor não há oração.”
E. M. Bounds

“Pela fé e pela oração, fortaleça as mãos frouxas e firme os joelhos vacilantes. Você ora e jejua? Importune o trono da graça e seja persistente em oração. Só assim receberá a misericórdia de Deus.”
João Wesley



“Antes de ocorrer o grande avivamento de Gallneukirchen, Martin Boos passava horas e horas, dias e dias, e até noites em oração, intercedendo sozinho, agonizando perante Deus. Mas quando ele pregava, sua palavra era como fogo, e o coração dos ouvintes, como capim seco.”
D. M. McIntyre, D. D.

Na igreja moderna, a reunião de oração é uma espécie de Cinderela. Essa serva do Senhor é desprezada e desdenhada porque não se adorna com as pérolas do intelectualismo, nem se veste com as sedas da Filosofia, nem se acha ataviada com o diadema da Psicologia. Mas se apresenta com a roupagem simples da sinceridade e da humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar.
O “mal” da oração é que ela não se acha necessariamente associada a grandes façanhas mentais. (Não quero dizer, porém, que se confunda com preguiça mental.) A oração só exige um requisito: a espiritualidade. Ninguém precisa ser espiritual para pregar, isto é, a preparação e pregação de um sermão perfeito segundo as regras da homilética e com exatidão exegética, não requer espiritualidade. Qualquer um que possua boa memória, vasto conhecimento, forte personalidade, vontade, autoconfiança e uma boa biblioteca pode pregar em qualquer púlpito hoje em dia. E uma pregação dessas pode sensibilizar as pessoas; mas a oração move o coração de Deus. A pregação toca o que é temporal; a oração, o que é eterno. O púlpito pode ser uma vitrine onde expomos nossos talentos; o aposento da oração, pelo contrário, desestimula toda a vaidade pessoal.
A grande tragédia de nossos dias é que existem muitos pregadores sem vida, no púlpito, entregando sermões sem vida, a ouvintes sem vida. Que lástima! Tenho constatado um fato muito estranho que ocorre até mesmo em igrejas conservadoras: a pregação sem unção. E o que é unção? Não sei. Mas sei muito bem o que é não ter unção (ou pelo menos sei quando não estou ungido). Uma pregação sem unção mata a alma do ouvinte, em vez de vivificá-la. Se o pregador não estiver ungido, a Palavra não tem vida. Pregador, com tudo que possuis, adquire a unção.
Irmão, nós poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que possuímos se fôssemos duas vezes mais espirituais. A pregação é uma tarefa espiritual. Um sermão gerado na mente só atinge a mente de quem o ouve. Mas gerado no coração, chega ao coração. Um pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade espiritual em seus ouvintes. A unção não é uma pombinha mansa esvoaçando à janela da alma do pregador; não. Pelo contrário; temos de batalhar por ela e conquistá-la. Também não é algo que se aprenda; é bênção que se obtém pela oração. Ela é o prêmio que Deus concede ao combatente da fé, que luta em oração, e consegue a vitória. E não é com piadinhas e tiradas intelectuais que se chega à vitória no púlpito, não. Essa batalha é ganha ou perdida antes mesmo de o pregador pôr os pés lá. A unção é como dinamite. Não é recebida pela imposição de mãos, nem tampouco cria mofo se o pregador for lançado numa prisão. Ela penetra e permeia a alma; abranda-a e tempera-a. E se o martelo da lógica e o fogo do zelo humano não conseguirem quebrar o coração de pedra, a unção o fará.
Que febre de construção de templos estamos presenciando hoje. No entanto, sem pregadores ungidos, o altar dessas igrejas não verá pecadores rendidos a Cristo. Suponhamos que todos os dias diversos pescadores saiam para o alto-mar com seus barcos, levando o mais moderno equipamento que existe para o exercício deste ofício, mas retornem sempre sem apanhar um só peixe. Que desculpa poderiam dar para tal fracasso? No entanto é isso que acontece nas igrejas. Milhares delas estão abrindo as portas dominicalmente, mas não vêem conversão. Depois tentam encobrir sua esterilidade interpretando textos bíblicos a seu bel-prazer. Mas a Bíblia diz: “Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia...”
E o mais triste em tudo isso é que o fogo que devia haver nesses altares encontra-se apagado ou arde em combustão muito lenta. A reunião de oração está morrendo ou já morreu. Com a atitude que temos em relação à oração, estamos dizendo ao Senhor que o que ele começou no Espírito, nós terminaremos na carne. Qual é a igreja que pergunta a um candidato ao ministério quanto tempo ele passa diariamente em oração? A verdade é que o pregador que não passa pelo menos duas horas por dia em oração, não vale um vintém, por mais títulos que possua.
A igreja hoje se acha como que postada na calçada assistindo, entre aflita e frustrada, à parada dos maus espíritos (...) que marcham pomposamente no meio da rua respirando ameaças contra “tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama”. Além disso, no lugar da regeneração, o diabo colocou a reencarnação; no lugar do Espírito Santo, os espíritos-guias; no lugar do verdadeiro Cristo, o anticristo.
E o que a igreja tem para contrapor aos males da pós-modernidade? Onde está o poder espiritual? A impressão que se tem é que, ultimamente, uma forte sonolência tomou o lugar da oposição religiosa, nos púlpitos e também nas publicações evangélicas. Quem hoje batalha “diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”? Onde estão os combatentes divinamente ungidos de nossos púlpitos? Os pregadores, que deviam estar “pescando homens”, parecem estar pescando mais é o elogio deles. Os que costumavam espalhar a semente, agora estão colecionando pérolas intelectuais. (Imagine só, semear pérolas num campo!)
Chega dessa pregação estéril, espiritualmente vazia, que é ineficaz, porque foi gerada num túmulo e não num ventre, e se desenvolveu numa alma sem oração, sem fogo espiritual! É possível alguém pregar e ainda assim se perder; mas é impossível orar e perecer. Se Deus nos chamou para o seu ministério, então, prezados irmãos, insisto em que precisamos de unção. Com tudo que possuis, adquire a unção, senão os altares vazios de nossas igrejas serão exemplos vivos de nosso intelectualismo ressequido.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

REFLEXÃO


E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.

Uma pobre mulher morava em uma humilde casa com sua neta, que estava muito doente.

Como não tinha dinheiro para levá-la a um médico e, vendo que, apesar de seus muitos cuidados, a pobre menina piorava a cada dia, com muita dor no coração, resolveu deixá-la sozinha e ir à pé até a cidade mais próxima, em busca de ajuda.

No único hospital público da região, foi-lhe dito que os médicos não poderiam se deslocar até sua casa; ela teria que trazer a menina para ser examinada.

Desesperada, por saber que sua neta não conseguiria sequer levantar-se da cama, ao passar em frente a uma igreja resolveu entrar. Algumas senhoras estavam ajoelhadas fazendo suas orações. Ela também se ajoelhou.

Ouviu as orações daquelas mulheres e quando teve oportunidade, também levantou sua voz e disse:

"Olá, Deus, sou eu, a Maria. Olha, a minha neta está muito doente. Eu gostaria que o Senhor fosse lá curá-la. Por favor. Anote aí, Deus, o endereço."


As demais senhoras estranharam o jeito daquela oração, mas continuaram ouvindo.

"É muito fácil, é só o Senhor seguir o caminho das pedras e, quando passar o rio com a ponte, o Senhor entra na segunda estradinha de barro. Passa a vendinha. A minha casa é o último barraquinho daquela ruazinha."
As senhoras que tudo acompanhavam esforçavam-se para não rir.

Ela continuou: "Olha Deus, a porta tá trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. Por favor, Senhor, cure a minha netinha. Obrigado." E quando todas achavam que já tinha acabado, ela complementou: "Ah! Senhor, por favor, não se esqueça de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho, senão eu não consigo entrar em casa. Muito obrigado, obrigado mesmo."

Depois que a Dona Maria foi embora, as demais senhoras soltaram o riso e ficaram comentando como é triste descobrir que as pessoas não sabem nem orar.

Mas, Dona Maria, ao chegar em casa não pode se conter de tanta alegria, ao ver a menina sentada no chão, brincando com suas bonecas.

"Menina, você já está de pé?!?"

E a menina, olhando carinhosamente para a avó, disse: "Um médico esteve aqui, vovó. Deu-me um beijo na testa e disse que eu ia ficar boa. E eu fiquei boa. Ela era tão bonito, vó! Sua roupa era tão branquinha que parecia até que brilhava. Ah! ele mandou lhe dizer que foi fácil achar a nossa casa e que ele ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho, do jeitinho que você pediu."

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

20 SEMENTES PARA OS PREGADORES


20 SEMENTES PARA OS PREGADORES


1.       5 MARCAS DE UM VERDADEIRO CAMPEÃO
a.       Autoridade na Palavra
b.      Discernimento da vontade de Deus
c.       Visão espiritual
d.      Intimidade com o sobrenatural
e.      Vida transparente
2.       7 MISTÉRIOS DE UM AVIVAMENTO REAL
a.       Pode começar no deserto, como aconteceu com Moisés
b.      Pode começar na cadeia, como aconteceu com José
c.       Pode começar dentro de um peixe, como aconteceu com Jonas
d.      Pode começar com uma criança, como aconteceu com Josias
e.      Pode começar em um culto rotineiro, como aconteceu em Éfeso (At 19).
3.       A NATUREZA DA VONTADE DE DEUS
a.       Ela é santa
b.      Ela é boa
c.       Ela é perfeita
d.      Ela é justa
e.      Ela é agradável
4.       DIFERENTES TIPOS DE COMUNHÃO
a.       Comunhão plena – Moisés
b.      Comunhão temporária – Nadabe e Abiu
c.       Comunhão restritiva – Arão
d.      Comunhão parcial  – os setenta anciãos
5.       DIFERENTES TIPOS DE OPORTUNIDADES
a.       Raras – O paralítico de Betesda, Zaqueu, etc.
b.      Únicas – Mardoqueu, Ananias (At 9), o ladrão da cruz
c.       Perdidas – o macebo rico
d.      Última – Zaqueu
e.      Segunda – Jonas
6.       3 EXPERIENCIAS DELEITÁVEIS EM CT 5.1
a.       Cilhei
b.      Comi
c.       Bebi
7.       DOIS TIPOS DE VISÃO
a.       Visão natural
                                                               i.      Mediante o uso dos olhos naturais
                                                             ii.      Para contatar com o mundo natural
                                                            iii.      Mt 6.22
b.      Visão espiritual
                                                               i.      Para contato com o mundo natural
                                                             ii.      Mediante o uso dos olhos do entendimento (Ef 1.18)
                                                            iii.      Grandes exemplos: Eliseu, no AT e Paulo, no NT
8.       O CRISTO QUE VÊ
a.       Ele viu Zaqueu na árvore, e fez dele um discípulo.
b.      Ele viu Natanael no caminho, e fez dele um apóstolo.
c.       Ele viu o ladrão na cruz, e fez dele um santo
9.       UM PERFIL DO ANTICRISTO
a.       Mencionado claramente na Bíblia 4 vezes (I Jo 2.18,22; 4.3; II Jo 7.
b.      Aparecerá depois do rapto da Igreja, II Ts 2.6-8.
c.       Ordem de manifestação: o espírito, osx precursores e a pessoa
d.      Seu aspecto e mensagem, II Ts 2.4,9
10.   VENDO A CRISTO COMO SENHOR
a.       Ele é Senhor
b.      Ele é Senhor dos vivos e dos mortos
c.       Ele é Senhor da seara
d.      Ele é Senhor dos senhores
e.      Ele é Senhor de todos
11.   AS MARCAS DA IGREJA
a.       A marca da Igreja Primitiva
b.      A marcha da Igreja Sofredora
c.       A marcha da Igreja Missionária
d.      A amrcha da Igreja Militante
e.      A marcha da Igreja Triunfante
12.   GRANDES VITÓRIAS DE CRISTO
a.       No Céu, expulsando Lúcifer
b.      No deserto, vencendo Satanás
c.       No corpo de várias pessoas, libertando-as de possessão
d.      Na cruz, despojando o Inimigo
e.      No mundo subterrâneo, tomando as chaves da morte e do inferno
f.        Na glória de Sua vinda, para arrebatar a Igreja
g.       No final de todas as coisas, a consumação de todas as vitórias
13.   QUATRO EFEITOS DE UMA VERDADEIRA VISÃO
a.      Ela produz alvos
b.      Ela produz  confiança
c.       Ela produz esperança
d.      Ela produz triunfo
14.   QUER SER UM JOVEM DE SUCESSO?
a.       Tenha um grande sonho, como José
b.      Seja bem determinado, como Daniel
c.       Apresente o que tem ao Senhor, como o jovem dos cinco pães
d.      Colecione vitórias, como Davi
e.      Não se afaste da Casa do Senhor, como Samuel.
f.        Seja perseverante, como Neemias
15.   SEIS ASPECTOS DA PRESENÇA DE CRISTO
a.       A promessa da presença
b.      A certeza da presença
c.       O poder da presença
d.      A proteção da presença
e.      O efeito da presença
f.        A eternidade da presença
16.   Vidas santas
a.       Enoque
b.      José
c.       Daniel
d.      Jesus
e.      Os apósatolos
f.        A Igreja Primitiva
17.    CINCO SEGREDOS DA IGREJA
a.       Um princípio humilde
b.      Promessas infalíveis
c.       Assistência do Espírito Santo
d.      Armas sobrenaturais
e.      Garantia divina de invencibilidade
18.   REAÇÕES DIANTE DE CRISTO, EM MT 11.;1-6
a.       A dúvida
b.      A busca
c.       O conhecimento
19.   SETE GRANDES MONTES
a.       O monte do repouso – Arará
b.      O monte do combate – Carmelo
c.       O monte da renuncia – Moriá
d.      O monte do supremo sacrifício -  Calvário
e.      O monte da Palavra – das bem-aventuranças
f.        O monte da glória – da Transfiguração
g.       O monte da esperança – da Ascensão
20.   QUANDO LOUVAMOS A DEUS AFUGENTAMOS OS DEMÔNIOS
a.       Porque eles temem e respeitam a Deus
b.      Porque eles sabem que somos salvos e fomos feitos filhos de Deus
c.       Porque eles sabem que pela oração e pelo louvor temos acesso a Deus.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

COMO VENCER O VAZIO E A SOLIDÃO



Onipresença é um dos atributos da Divindade. Isto significa a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
   Antes de se submeter ao processo da Encarnação e nascer do ventre da virgem Maria, o Senhor Jesus abdicou temporariamente do direito de usar esse atributo, a fim de se fazer semelhante aos seus irmãos, Hb 2.17.
   Declarar que Jesus era onipresente, enquanto aqui na Terra equivale a dizer que nós, seus seguidores, também o somos.
   Ele chegou à casa de Marta e Maria no quarto dia após a morte de Lázaro, visto estar em outro lugar..
   No entanto, logo após Sua primeira dia aos Céus após haver ressuscitado, Ele recebeu de volta Sua onipresença, das mãos do Pai (Mt 28.18) e assim continuará por toda a Eternidade.’
   Ele prometeu estar conosco todos os dias, ate a consumação dos séculos, Mt 28.20.
   O fato do Cristo Ressurreto ser onipresente significa que Ele é Deus e as Escrituras dão testemunho abundante de Sua divindade, I Jo 5.20, Rm 1.3,; Is 9.6, etc.
   A Igreja de Cristo precisa não apenas saber que Cristo é Onipresente, mas também deve tomar proveito disto, ou seja, deve cultivar no seu dia-a-dia esse maravilhoso atributo.
   Cristo está presente nos momentos festivos, quer dizer, nas horas de alegria, como nas bodas de Caná, no último dia da festa (Jo 7.37), na casa de Zaqueu, etc., etc. Sua presença assegura momentos de indizível bem-estar e felicidade.
   Ele também está presente quando a enfermidade invade nosso corpo ou nosso lar, Mt 8.17; 14.35; Jo 5.5. Ele é o Médico dos médicos e é especialista em todas as enfermidades. Ele não possui meramente o remédio. Ele é o Remédio Divino para todos os que padecem de dores, moléstias e enfermidades..
   Ele está presente em nossa área de trabalho, a fim de nos manter alegres, estimulados e esperançosos. Ele nos defende de acusações de maus companheiros. Ele nos acompanha desde o sair de casa até o regressar. Mt 14.22-27; Lc 5.5,6.
   A presença de Jesus é garantida em momentos críticos, como em casos de prisão e/ou  perseguição, Jo 20.19; At 11.22-26; At 12.5,6,7,8,10,11; II Co 12.10. Foi Ele quem providenciou a abertura das prisões no cárcere de Filipos.
   Jesus está presente na hora da morte. Quando as lágrimas afloram, devido a perda de um ente querido, Ele é quem primeiro nos assiste e consola. E então nos assegura, uma vez mais, a promessa infalível e a esperança iniludível da ressurreição. Lc 8.50-56; 7.12; Jo 11.38-44.
   Não percamos a visão da onipresença de Cristo. Ele está conosco aqui e agora e conosco estará por toda a eternidade, Sl 23.6.
   O mais importante não é vê-Lo, senão ser visto por Ele.
   Nós nunca estamos fora do alcance de Seus olhos, que são como chama de fogo. Ap 1.14.
   Nunca se sinta sozinho, pois Sua promessa é totalmente verídica e profundamente enfática: Não te deixarei, nem te desampararei. Hb 13.5.
   A onipresença de Cristo é a cura perfeita para a solidão e o vazio interior
   É de todos sabido que a doença que atinge o maior número de pessoas atualmente é a solidão cósmica. Isto significa alguém estar rodeado de centenas de pessoas e sentir-se totalmente desamparado e só.
   Certo escritor declarou que o sentimento da solidão cósmica  procede menos de um tormento subjetivo do que da sensação de abandono deste mundo, de um vazio objetivo, como se o mundo tivesse perdido subitamente todo o brilho para evocar a monotonia essencial de um cemitério.
   A ausência de Cristo na vida de qualquer pessoa produz um vácuo impossível de ser preenchido, a não ser por Ele mesmo.
   A comunhão com Cristo é a doce experiência que gera um sentido novo e único à vida.
   Milhares recusaram essa comunhão ou dela nunca ouviram falar e por issso, no ápice de uma crise existencial, perderam toda a vontade de viver e entraram na rua estreita do suicídio, absolutamente sem retorno.
   Os discípulos no caminho de Emaús fizeram um pedido que tem inspirado poetas e compositores de todos os tempos: Fica conosco, Senhor, porque o dia já declinou.
   Não permita que a lúgubre escuridão que resulta da ausência de Cristo roube de sua vida o prazer de amá-la.
   Se você já pertenceu à Igreja de Cristo e dela se afastou, faça a oração da sunlamita do livro de Cantares: Antes que refresque o dia e fujam as sombras, volta, amado meu”, Ct 2.17.
   Cristo não é limitado. Ele é Onipresente.
   Desfrute de Sua presença agora, mais tarde e para sempre.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

REFLEXÃO


Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:35.

No corre-corre de um terminal rodoviário algumas pessoas derrubaram um tabuleiro de maçãs-do-amor, esparramando-as pelo chão. Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora.

Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega. Gentilmente ajudou-a a levantar o tabuleiro e a ajuntar as maçãs.

Ao ficar verificar que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva:
- Minha mãe vai ficar muito triste.
- Não se preocupe, minha querida, 
disse-lhe o homem, eu pago as maças que se estragaram.Pagou e despediu-se dela, mas ela o chamou e perguntou:
- Moço, é você que é Jesus?
- Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.