quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

COMO VENCER O VAZIO E A SOLIDÃO



Onipresença é um dos atributos da Divindade. Isto significa a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
   Antes de se submeter ao processo da Encarnação e nascer do ventre da virgem Maria, o Senhor Jesus abdicou temporariamente do direito de usar esse atributo, a fim de se fazer semelhante aos seus irmãos, Hb 2.17.
   Declarar que Jesus era onipresente, enquanto aqui na Terra equivale a dizer que nós, seus seguidores, também o somos.
   Ele chegou à casa de Marta e Maria no quarto dia após a morte de Lázaro, visto estar em outro lugar..
   No entanto, logo após Sua primeira dia aos Céus após haver ressuscitado, Ele recebeu de volta Sua onipresença, das mãos do Pai (Mt 28.18) e assim continuará por toda a Eternidade.’
   Ele prometeu estar conosco todos os dias, ate a consumação dos séculos, Mt 28.20.
   O fato do Cristo Ressurreto ser onipresente significa que Ele é Deus e as Escrituras dão testemunho abundante de Sua divindade, I Jo 5.20, Rm 1.3,; Is 9.6, etc.
   A Igreja de Cristo precisa não apenas saber que Cristo é Onipresente, mas também deve tomar proveito disto, ou seja, deve cultivar no seu dia-a-dia esse maravilhoso atributo.
   Cristo está presente nos momentos festivos, quer dizer, nas horas de alegria, como nas bodas de Caná, no último dia da festa (Jo 7.37), na casa de Zaqueu, etc., etc. Sua presença assegura momentos de indizível bem-estar e felicidade.
   Ele também está presente quando a enfermidade invade nosso corpo ou nosso lar, Mt 8.17; 14.35; Jo 5.5. Ele é o Médico dos médicos e é especialista em todas as enfermidades. Ele não possui meramente o remédio. Ele é o Remédio Divino para todos os que padecem de dores, moléstias e enfermidades..
   Ele está presente em nossa área de trabalho, a fim de nos manter alegres, estimulados e esperançosos. Ele nos defende de acusações de maus companheiros. Ele nos acompanha desde o sair de casa até o regressar. Mt 14.22-27; Lc 5.5,6.
   A presença de Jesus é garantida em momentos críticos, como em casos de prisão e/ou  perseguição, Jo 20.19; At 11.22-26; At 12.5,6,7,8,10,11; II Co 12.10. Foi Ele quem providenciou a abertura das prisões no cárcere de Filipos.
   Jesus está presente na hora da morte. Quando as lágrimas afloram, devido a perda de um ente querido, Ele é quem primeiro nos assiste e consola. E então nos assegura, uma vez mais, a promessa infalível e a esperança iniludível da ressurreição. Lc 8.50-56; 7.12; Jo 11.38-44.
   Não percamos a visão da onipresença de Cristo. Ele está conosco aqui e agora e conosco estará por toda a eternidade, Sl 23.6.
   O mais importante não é vê-Lo, senão ser visto por Ele.
   Nós nunca estamos fora do alcance de Seus olhos, que são como chama de fogo. Ap 1.14.
   Nunca se sinta sozinho, pois Sua promessa é totalmente verídica e profundamente enfática: Não te deixarei, nem te desampararei. Hb 13.5.
   A onipresença de Cristo é a cura perfeita para a solidão e o vazio interior
   É de todos sabido que a doença que atinge o maior número de pessoas atualmente é a solidão cósmica. Isto significa alguém estar rodeado de centenas de pessoas e sentir-se totalmente desamparado e só.
   Certo escritor declarou que o sentimento da solidão cósmica  procede menos de um tormento subjetivo do que da sensação de abandono deste mundo, de um vazio objetivo, como se o mundo tivesse perdido subitamente todo o brilho para evocar a monotonia essencial de um cemitério.
   A ausência de Cristo na vida de qualquer pessoa produz um vácuo impossível de ser preenchido, a não ser por Ele mesmo.
   A comunhão com Cristo é a doce experiência que gera um sentido novo e único à vida.
   Milhares recusaram essa comunhão ou dela nunca ouviram falar e por issso, no ápice de uma crise existencial, perderam toda a vontade de viver e entraram na rua estreita do suicídio, absolutamente sem retorno.
   Os discípulos no caminho de Emaús fizeram um pedido que tem inspirado poetas e compositores de todos os tempos: Fica conosco, Senhor, porque o dia já declinou.
   Não permita que a lúgubre escuridão que resulta da ausência de Cristo roube de sua vida o prazer de amá-la.
   Se você já pertenceu à Igreja de Cristo e dela se afastou, faça a oração da sunlamita do livro de Cantares: Antes que refresque o dia e fujam as sombras, volta, amado meu”, Ct 2.17.
   Cristo não é limitado. Ele é Onipresente.
   Desfrute de Sua presença agora, mais tarde e para sempre.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

REFLEXÃO


Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:35.

No corre-corre de um terminal rodoviário algumas pessoas derrubaram um tabuleiro de maçãs-do-amor, esparramando-as pelo chão. Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora.

Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega. Gentilmente ajudou-a a levantar o tabuleiro e a ajuntar as maçãs.

Ao ficar verificar que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva:
- Minha mãe vai ficar muito triste.
- Não se preocupe, minha querida, 
disse-lhe o homem, eu pago as maças que se estragaram.Pagou e despediu-se dela, mas ela o chamou e perguntou:
- Moço, é você que é Jesus?
- Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

METODO DE ESTUDO DE ALGUNS HOMENS DE DEUS


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“Nos meus primeiros anos eu assiduamente segui este triplo caminho:
Em primeiro lugar, eu lia toda a Bíblia três vezes por ano (oito capítulos do Antigo Testamento, e dois do Novo Testamento diariamente). Eu constantemente perseverei nisso durante dez anos, a fim de me familiarizar com o conteúdo, que só pode ser alcançado através de consecutivas leituras.
Em segundo lugar, eu estudei uma porção da Bíblia a cada semana, concentrando-me por dez minutos (ou mais) todo dia na mesma passagem, pensando na ordem dela, na ligação entre cada afirmação, buscando uma definição dos termos importantes, olhando todas as referências marginais, procurando seu significado típico.
Terceiro, eu meditei sobre um versículo a cada dia, escrevendo-o sobre um pedaço de papel na parte da manhã, memorizando-o, consultando-o em alguns momentos ao longo do dia; pensando separadamente em cada palavra, pedindo a Deus para revelar para mim o seu significado espiritual e para escrevê-la no meu coração. O versículo era o meu alimento para aquele dia. Meditação é para a leitura como a mastigação é para o comer.
Quanto mais alguém seguir o método acima mais deve ser capaz de dizer:

‘A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho. “[Sl 119: 105].’“
- A.W. Pink

Watchman Nee, por exemplo, lia o novo testamento todos os meses. Seu plano de leitura era de 19 capítulos por dia!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Alimentar Ovelhas ou Divertir Bodes? Charles Haddon Spurgeon





Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo.

A igreja abandonou a pregação ousada; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15) - isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: "E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho", assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: "Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres" (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires. Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos.

Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? "Vós sois o sal", não o "docinho", algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: "Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos" (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade! Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: "Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!" Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: "Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!" Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos.


Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles "transtornaram o mundo". Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos. Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.

Charles H. Spurgeon




Sei que o entretenimento está tão enraizado na cultura evangélica, que parecerá um absurdo a tese que defendo. Mas, além de não estar sozinho na luta contra o "culto show", estou ainda muito bem acompanhado, por pastores renomados, como Charles Haddon Spurgeon, que no século XIX já havia escrito sobre este perigo, alertando que o fermento diabólico do entretenimento acabaria levedando toda a massa em curto espaço de tempo. E é neste estado de lastimável fermentação que se encontra a massa evangélica atual.Hoje em dia é quase impossível que uma igreja não tenha conjuntos musicais, ou corais, ou grupos de coreografia, ou cantores para se apresentar durante o culto e nos eventos por ela realizados. Na maioria das igrejas o período de culto é tomado deste tipo de apresentações, com a desculpa de que "é pra Jesus". Mas, quando analisamos racionalmente, e a luz das Escrituras, a verdade é que tais apresentações não passam de entretenimento, com verniz de santidade e capa de religiosidade.
Que ninguém fique ofendido. Eu mesmo gostaria que alguém houvesse me alertado disso na época em que eu, cegamente, gastava horas com ensaios de conjuntos e de peças teatrais.
E eu me convencia de que isto era a obra de Deus.
Mas, no fundo de meu coração, eu sabia que havia algo de errado, que não era nisto que Jesus esperava que seus discípulos se focassem, ou se esforçassem. Como ninguém me despertou, busquei a Deus em oração e o próprio Espírito Santo, por meio das Escrituras, convenceu-me do meu erro.
Desde então, tenho meditado tão seriamente a respeito disto, que encontrei mais de dez razões para eliminar por completo o entretenimento dos cultos na igreja que pastoreio. E já o fizemos! Substituimos o tempo que antes gastávamos com ensaios entre quatro paredes, pelo evangelismo bíblico na comunidade e pela oração nos lares. E, quanto às apresentações nos cultos... sinceramente, não estão fazendo a menor falta.
Mas, vejamos porque o entretenimento deve ser eliminado dos cultos que realizamos ao Senhor:

1 - O Senhor nunca ordenou entreter as pessoas
Esta já seria uma razão suficiente, que dispensaria os demais argumentos. O problema é que raramente se encontra hoje uma igreja que queira ser bíblica, composta por membros que só desejem cumprir a vontade de Deus, expressa em sua Palavra. Assim sendo, talvez seja necessário ainda os argumentos a seguir.

2 - Entretenimento não atrai ovelhas
Chamemos de ovelhas aqueles que realmente amam a Jesus, que reconhecem a voz do Senhor e o seguem (Jo 10:27). No entanto, a divulgação de apresentações na igreja dificilmente atrairá pessoas interessadas em Deus. Certamente será um atrativo para as que gostam de uma distração gratuita. Mas, podemos chamar a estas pessoas de ovelhas, ou não há uma grande chance de serem bodes? (Mt 25:32-33)

3 - Entretenimento afasta as ovelhas
As verdadeiras ovelhas não se satisfazem com apresentações durante o culto. Elas querem oração e palavra, edificação e unção. Uma ovelha de Cristo não procura emoções, mas a Verdade, para que se mantenha firme no caminho da vida eterna (Jo 6:67). Quanto mais o pastor encher o culto com apresentações, mais rápido as ovelhas sairão em busca de uma verdadeira igreja, que priorize a oração e a palavra de Deus. Aos poucos, a "igreja-teatro" deixará de ter ovelhas para estar ainda mais cheia, porém de bodes, que gostam de uma boa distração. E, infelizmente, o que muitos pastores buscam hoje é quantidade, o crescimento a qualquer custo. E, com este fermento, a massa realmente cresce...

4 - Entretenimento reduz o tempo de oração e palavra
O tempo de culto já é muito limitado, chegando a no máximo duas horas. Quando se dá oportunidade para apresentações, o tempo que deveria ser usado para se fazer orações e se pregar a palavra de Deus torna-se curtíssimo. Em algumas igrejas não chega nem a trinta minutos! Como desenvover uma mensagem expositiva em tão curto espaço de tempo?

5 - Entretenimento confunde os visitantes
Os visitantes concluem que a igreja existe em função disto: conjuntos, corais, coreografias, peças teatrais, ou qualquer outro tipo de apresentação que torne o culto um show. E eles passam a frequentar os cultos com esta expectativa, esperando pelo próximo espetáculo.

6 - Entretenimento ilude os membros
O membro pensam que está servindo a Deus com suas apresentações. Desta forma, sua consciência fica cauterizada para atender aos chamados para a escola bíblica, para o evangelismo e para socorrer os carentes. Afinal de contas, ele pensa que seu chamado é para as artes, e não para serviços que não lhe colocam debaixo dos holofotes (que, aliás, são muito comuns nas igrejas hoje em dia).

7 - Entretenimento é um desgaste desnecessário
Quanto esforço é despendido para que tudo saia perfeito! Uma energia que é gasta naquilo que o Senhor nunca mandou fazer! Será que ainda sobram forças para se fazer o que realmente o Senhor manda? (Lc 6:46)

8 - Entretenimento coloca os carnais em destaque
Pessoas que raramente aparecem nos cultos de oração e estudo bíblico, e que nunca comparecem ao evangelismo, geralmente são as mesmas que gostam de aparecer cantando, dançando ou representando nos cultos mais cheios. A questão é: Por que dar destaque justamente para estes membros carnais?

9 - Entretenimento promove disputas
Disputas entre membros, entre conjuntos e até entre igrejas. Quem canta melhor? Quem dança melhor? Que conjunto tem o uniforme mais bonito? Quem recebeu mais oportunidade?
Quanta medíocre carnalidade... (1 Co 3:3; Tg 4:1)

10 - Entretenimento alimenta o ego
O entretenimento não gera fé, mas fortalece o ego dos que amam os aplausos e elogios.
Apesar de sua roupagem "gospel", o fermento dos fariseus continua tão venenoso quanto
nos dias de Jesus (Mt 23:5-6; Lc 12:1)

11 - Entretenimento é um desperdício de tempo
Se o mesmo tempo que as igrejas gastam com ensaios e apresentações fosse utilizado com oração e evangelismo, este mundo já teria sido alcançado para o Senhor! (Ef 5:15-17)

12 - Entretenimento não é fazer a obra de Deus
A desculpa para o entretenimento é que este seria uma forma de atrair as pessoas. Mas a questão novamente é: que tipo de pessoas? Se entretenimento fosse uma boa alternativa, não teria a igreja apostólica usado de entretenimento para atrair as multidões? No entanto, ela simplesmente pregava o evangelho, porque sabia que nele há poder. O evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1:16). Mas o entretenimento... O entretenimento é a artimanha do homem para a perdição de todo aquele que duvida.
Quero concluir com uma palavra aos pastores. De pastor, para pastor. Amado colega de ministério, não duvide do poder do evangelho para atrair e converter as pessoas. Não queira encher sua igreja com atividades vazias e atraentes ao mundo, mas que não tem o poder do Espírito Santo para converter vidas. Tenha coragem e limpe sua congregação desta imundície egocêntrica. Talvez com isto você perderá alguns membros, mas não perderá ovelhas, somente bodes. Tenha fé em Deus e confie no modelo bíblico para encher a igreja, que é a oração, o bom testemunho e a pregação ousada do genuíno evangelho de
Cristo. Lembre-se que "enquanto os homens procuram melhores métodos, Deus procura
melhores homens."


FONTE:http://alancapriles.blogspot.com/2010/02/as-12-razoes-para-eliminar-o.html


EXTRAIDO DO BLOG:http://diaconogeraldocardoso.blogspot.com/2011/07/as-12-razoes-para-

eliminar-o.html

sábado, 10 de dezembro de 2011

Lave as mãos com aguá corrente!




Levítico 15:13 "Quando, pois, o que tem o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação, e lavará as suas roupas, e banhará a sua carne em ÁGUAS CORRENTES; e será limpo”.


Deus disse para lavar a carne infectada em ÁGUA CORRENTE. A ciência não descobriu aquilo até surgirem dois homens chamados Pasteur e Koch, nos anos finais dos anos 1800. Todos os médicos de um hospital lavavam suas mãos em uma mesma bacia de água, dia após dia, e disseminavam os germes com a velocidade, facilidade e mortandade com que fogo se espalha num capinzal seco. Não foi até a invenção do microscópio e o surgimento da ciência da bacteriologia que os médicos começaram a lavar as mãos sob ÁGUA CORRENTE. Levítico foi escrito em torno de 1490 a.C. A CIÊNCIA FICOU CERCA DE 3000 ANOS ATRASADA! Não é embaraçoso quanto a ciência sempre se atrasa cerca de 2000 anos atrás da Bíblia?!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Jejum foi praticado na História da Igreja?




Jonatan Edwards ficou três dias em oração e jejum para que Deus intervisse na sua Igreja que era mundana. O sermão pregado naquela noite não foi sobre o amor de Deus, mas sim sobre a ira divina. A mensagem ficou na história. O tema foi "Pecadores nas mãos de um Deus irado". O resultado foi que 500 pessoas se converteram. Durante a madrugada podia se ouvir o choro de muitos em arrependimento por seus pecados.


João Wesley depois de voltar da Geórgia decepcionada pela falta de frutos em seu ministério, passou a reunir-se na Faculdade de Oxford com Carlos Wesley e George Whitefield. O propósito desses jovens era consagração total a Deus. Passaram a acordar mais cedo para orar. Programaram algumas vigílias e passaram a jejuar todas as quartas e sextas. O resultado dessa consagração é que John Wesley pregou por mais de 50 anos, ganhou para Cristo Milhares e milhares de almas. Seu irmão, Carlos Wesley escreveu muitos hinos e Deus o fez o maior escritor de hinos da História. 




George Whitefield era pregador por excelência e não havia prédio onde coubessem os auditórios e, por isso, sempre armava seu púlpito nos campos, fora das cidades. Atravessou treze vezes o Atlântico para pregar nos Estados Unidos. Sem dúvida, ele foi o profeta do metodismo.


O que falar de João Calvino e João Knox que passavam períodos longos buscando a Deus com oração e jejum? Davi Branner, Charles Finney, D.L Moody, Spurgeon, todos foram homens de oração e jejum.


 O pastor Jerry Falwell diz com razão que a oração e o jejum geram poder espiritual. O reverendo Gordon Lindsay em seu livro "Oração e Jejum, a chave mestra para a vitória" diz também que jejuar modifica a regra, disciplina a alma e, na sua abstinência do mundo, as portas do paraíso são abertas. O reverendo Hernandes Dias Lopes diz que quando se está jejuando, sentimos que fizemos a última coisa. É um clamor a Deus pelo sobrenatural.
 Um pastor começou a buscar a Deus para que o número de membros aumentasse na escola dominical. Ele separou algumas pessoas para irem de casa em casa, panfletou os postes próximo a igreja e passou a buscar a Deus com jejum e oração. Ele separou um dia para jejuar e orar. No domingo pela manha, 1000 pessoas estavam na escola dominical. À noite ele pregou e 29 pessoas receberam a Cristo como Senhor e Salvador.


Vale a pena buscar a Deus com oração e jejum. Vale a pena pagar o preço da consagração. Nada acontece por acaso. Vidas precisam ser alcançadas pelo evangelho. Somente pessoas cheias do Espírito Santo poderão ser verdadeiras testemunhas de nosso Senhor Jesus Cristo.

domingo, 27 de novembro de 2011

A BÍBLIA ESTÁ COMPLETA

As razões para se rejeitar os livros apócrifos


1. Estes livros nunca foram incluídos na Bíblia Hebraica dos judeus e “aos judeus foram confiados os oráculos de Deus” (Rm 3.2).


2. Jesus e os apóstolos conheciam estes livros, mas nunca os citam como Escritura inspirada.


3. Estas obras não foram aceitas pelos escritores judeus do primeiro século tais como Josefo e Filo. Os rabinos de Jamnia e muitos cristãos eminentes não aceitavam tais obras. Mesmo homens como Filo e Orígenes, de origem alexandrina, não tentavam incluir estes livros no cânon. Jerônimo não os incluía na Vulgata. Eruditos católicos contemporâneos ao Concílio de Trento não aceitavam tais livros. O cardeal Ximenes, em sua Poliglota Complutense (1514-1517) havia feito distinção entre os apócrifos e os canônicos. O cardeal Cajetan, que se opusera a Lutero em 1518, publicou em 1532, uma lista de livros fidedignos do AT  que não incluía os apócrifos.


4. Os livros não têm qualidades próprias de livros inspirados por Deus. O livro de Judite é altamente lendário, com vários erros ou desvios deliberados da história. Nabucodonosor é retratado como rei da Assíria(?), em Nínive; seu general é Helofernes (um nome persa?), e assim, há vários erros. Há erros doutrinários tais como oração pelos mortos. A obra chamada Tobias relata práticas que combinam mais com bruxaria do que com Deus. A moral de Sabedoria e de Eclesiástico é muitas vezes falha, quando comparada com a Bíblia: mostra desprezo pela mulher, revela tendência pela avaliação materialista da espiritualidade e aproxima-se da ética dos filósofos gregos, o que não é, em si mesmo, um fator ruim, mas que ocasionalmente compromete o conselho apresentado. O fim do livro de 2 Macabeus tem uma “confissão” da falta de inspiração e de autoridade do escritor. Ele considera a possibilidade de sua obra “não exceder a mediocridade” (TEB) ou “estar imperfeita e medíocre” (BAM) ou estar composta “vulgarmente e de modo medíocre” (BJ). Nenhum autor inspirado poderia tem colocado tal observação no fim da Palavra de Deus.


5. Os livros mentem e exageram. São livros “bons demais”. Com isto queremos dizer que contam histórias exageradas e por demais parciais. Os livros verdadeiramente inspirados não escondem limitações e pecados dos seus protagonistas, mas, nos apócrifos, os personagens são "super-santos" e verdadeiras maravilhas de religiosidade. O quadro é, sem dúvida, artificial. Os milagres e histórias apresentados são, justamente, aqueles que agradam ao orgulho humano. Não soam como os livros inspirados que nos repreendem, mas parecem afagar o ego dos leitores. São livros do homem para o homem.


6. Eles não podem e não devem acompanhar os livros inspirados, pois geram confusão. A igreja Anglicana e outras envolvidas no Ecumenismo mantêm os livros numa posição “semi-canônica” aceitando-os na leitura pública, mas não para determinar doutrinas. Este tipo de tentativa de agradar “gregos e troianos”, não contribui para a certeza da verdade. Os livros são inspirados e lidos na igreja, ou não devem ser lidos. Não lemos Tomás  a Kempis, Euclides da Cunha, Homero ou Heródoto nos culto. O único livro da igreja tem que ser a Bíblia, porque ela é inspirada por Deus.


7. Um decreto romano não pode mudar a verdade e nem séculos de história. Os apócrifos sempre foram rejeitados e suspeitos. O Concílio de Trento, na sua quarta sessão, no dia 8 de abril de 1546 decretou que os apócrifos eram Escritura canônica com autoridade igual a todos os outros livros do cânon. Tal decisão foi contestada tanto por católicos como pelos protestantes. Uma das grandes razões romanas para incluir estes livros eram os textos onde eles favoreciam doutrinas católicas que estavam sendo contestadas pelos protestantes, como por exemplo, a doutrina da oração pelos mortos criticada por Lutero e defendida com base em 2 Macabeus 12.45-46. Por outro lado, nem todos os chamados “apócrifos” foram canonizados. Os seguintes livros que estavam no mesmo conjunto com os apócrifos não foi canonizado: 3 e 4 Esdras e a Oração de Manassés. Um dos motivos da exclusão de 2 Esdras era porque continha um verso forte contra as orações aos mortos (2 Esdras 7.105).


O Novo Testamento também tem seus apócrifos, mas como são obras clara e definitivamente espúrias, muito inferiores ao Novo Testamento, nunca houve controvérsia se estes livros foram retirados da Bíblia ou não, pois, a verdade é que eles nunca estiveram ali.


Eles não fazem parte do cânon pelas mesmas razões descritas acima para os apócrifos do Velho Testamento.


Os apócrifos do Novo Testamento surgiram com o desejo de suprir informações omitidas, adornar as narrativas, propagar ensinos heréticos ou novos, entreter, sistematizar ensinos, acomodar mitos, tradições e filosofias anteriores.


É interessante ver nos apócrifos a preocupação de apresentar Jesus de modo mais glorioso do que o que foi apresentado nos evangelhos inspirados pelo Espírito. Pretendiam suprir algo que, no pensar de seus escritores, faltava ao retrato de Jesus. Nos evangelhos apócrifos, a caverna onde Jesus nasceu é posta a brilhar mais do que o Sol. Dragões, panteras, leões e outros animais vêm e adoram ao menino Jesus. A família de Jesus (pai, mãe e irmãos) não ousava comer sem primeiro ter a bênção dele e dar-lhe a precedência no ato de servir-se. O menino Jesus ensinava os seus professores. Fazia pardais de barro que voavam quando ele batia palmas. Transformou um homem em uma mula, crianças zombeteiras em cabritos, etc. Um menino que derramou a água que Jesus havia juntado ao brincar, é “ressecado”; os pais imploram a ele pelo filho e ele o cura, mas deixa um membro ressecado como aviso. Estes são apenas alguns exemplos dos apócrifos! Quanta  bobagem!


Há, nestes apócrifos, ditos atribuídos a Jesus, que são verdadeiras fórmulas de falsas doutrinas, tais como a idéia de panteísmo. Não passam de uma tentativa de colocar na boca de Jesus a idéia de uma pessoa ou de um sistema religioso.


Enfim, a Bíblia foi bem conservada. Nada se perdeu, nada se acrescentou, nada se transformou. Deus, que inspirou sua palavra, transmitiu-a durante a história com grande fidelidade, mesmo que através de homens falhos.